OS PARTIDOS E A BANCADA RURALISTA


CONHECENDO OS PARTIDOS (PARA QUEM ACHA QUE O PARTIDO NÃO IMPORTA):
EXISTE UM NÚMERO GRANDE DE DEPUTADOS E SEUS PARTIDOS QUE DEFENDEM OS INTERESSES DOS EMPRESÁRIOS DO AGRONEGÓCIO (RESPONSÁVEIS PELO FATO DO BRASIL SER O MAIOR CONSUMIDOR DE AGROTÓXICOS DO MUNDO, PELA CONCENTRAÇÃO DA TERRA NAS MÃOS DE POUCOS, PELA MAIOR PARTE DO DESMATAMENTO E POLUIÇÃO DE MANANCIAIS DE ÁGUA, PELOS RETROCESSOS DA REFORMA DO CÓDIGO FLORESTAL, PELA MORTE DE TRABALHADORES RURAIS, DENTRE OUTROS MALES) .

CONFIRA AGORA A LISTA COMPLETA DE SENADORES E DEPUTADOS RURALISTAS. MUITOS DELES SÃO CANDIDATOS A DIFERENTES CARGOS NA ELEIÇÃO ATUAL:




DEPUTADOS RURALISTAS

PMDB (29 DEPUTADOS)
Eunício Oliveira (PMDB-CE)
Darcísio Perondi (PMDB-RS)
César Schirmer (PMDB-RS)
Carlos Bezerra (PMDB-MT)
Átila Lins (PMDB-AM)
Aníbal Gomes (PMDB-CE)
Gastão Vieira (PMDB-MA)
Jader Barbalho (PMDB-PA)
João Magalhães (PMDB-MG)
João Matos (PMDB-SC)
Leandro Vilela (PMDB-GO)
Luiz Bittencourt (PMDB-GO)
Leonardo Picciani (PMDB-RJ)
Geddel Vieira Lima (PMDB-BA)
Hermes Parcianello (PMDB-PR)
Marcelo Castro (PMDB-PI)
Marcelo Guimarães Filho (PMDB-BA)
Max Rosenmann (PMDB-PR)
Marinha Raupp (PMDB-RO)
Mauro Benevides (PMDB-CE)
Mauro Lopes (PMDB-MG)
Moacir Micheletto (PMDB-PR)
Odílio Balbinotti (PMDB-PR)
Osmar Serraglio (PMDB-PR)
Osvaldo Reis (PMDB-TO)
Pedro Chaves (PMDB-GO)
Waldemir Moka (PMDB-MS)
Valdir Colatto (PMDB-SC)
Nelson Trad (PMDB-MS)

DEM (18 DEPUTADOS) – grande parte está hoje no PSD
Abelardo Lupion (DEM-PR)
Alberto Fraga (DEM-DF)
Alberto Silva (DEM-PI)
André de Paula (DEM-PE)
Carlos Melles (DEM-MG)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Fábio Souto (DEM – BA)
Félix Mendonça (DEM-BA)
Fernando de Fabinho (DEM-BA)
Gervásio Silva (DEM-SC)
Jusmari de Oliveira (DEM-BA)
Luiz Carlos Setim (DEM-PR)
Luiz Carreira (DEM-BA)
Nice Lobão (DEM-MA)
Eduardo Sciarra (DEM-PR)
Dr. Pinotti (DEM-SP)
Onix Lorenzoni (DEM-RS)
Marcos Montes (DEM-MG)

PSDB (17 DEPUTADOS)
Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP)
Asdrúbal Bentes (PSDB-PA)
Bonifácio de Andrada (PSDB-MG)
Custódio Mattos (PSDB-MG)
Eduardo Gomes (PSDB-TO)
Gustavo Fruet (PSDB-PR)
João Almeida (PSDB-BA)
Júlio Redecker (PSDB-RS)
Júlio Semeghini (PSDB-SP)
Leonardo Vilela (PSDB-GO)
Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR)
Nárcio Rodrigues (PSDB-MG)
Nilson Pinto (PSDB-PA)
Rafael Guerra (PSDB-MG)
Zenaldo Coutinho (PSDB-PA)
Walter Feldmann (PSDB-SP)
Ronaldo Cunha Lima (PSDB-PB)

PP (16 DEPUTADOS)
Zonta (PP-SC)
Vadão Gomes (PP-SP)
Roberto Balestra (PP-GO)
Ricardo Barros (PP-PR)
Nelson Meurer (PP-PR)
Nélio Dias (PP-RN)
Luiz Fernando Faria (PP-MG)
Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG)
Luís Carlos Heinze (PP-RS)
João Pizzolatti (PP-SC)
João Leão (PP-BA)
Edmar Moreira (PP-MG)
Dilceu Sperafico (PP-PR)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Benedito de Lira (PP-AL)
Afonso Hamm (PP-RS)

PR (13 DEPUTADOS)
Aelton Freitas (PR-MG)
Chico da Princesa (PR-PR)
Aracely de Paula (PR-MG)
Giácobo (PR-RR)
Jaime Martins (PR-MG)
Jaime Martins (PR-MG)
João Carlos Bacelar ( PR-BA)
João Carlos Bacelar ( PR-BA)
José Carlos Araújo (PR-BA)
José Rocha (PR-BA)
José Santana de Vasconcelos (PR-MG)
Luciano Castro (PR-RR)
Wellington Fagundes (PR-MT)
Milton Monti (PR-SP)


PTB (6 DEPUTADOS)
Alex Canziani (PTB-PR)
Arnon Bezerra (PTB-CE)
Paes Landim (PTB-PI)
Jovair Arantes (PTB-GO)
Nelson Marquezelli (PTB-SP)
José Múcio Monteiro (PTB-PE)

PDT (4 DEPUTADOS)
Barbosa Neto (PDT-PR)
Giovanni Queiroz (PDT-PA)
Mario Heringer (PDT-MG)
Pompeo de Mattos (PDT-RS)

PSB
Gonzaga Patriota (PSB-PE)
Marcondes Gadelha (PSB-PB)

PT
Reginaldo Lopes (PT-MG)
Rubens Otoni (PT-GO)

PC DO B
Vanessa Grazziotim (PcdoB-AM)

PPS
Homero Pereira (PPS-MT)


SENADORES RURALISTAS

Efraim Morais (DEM-PB)
Demóstenes Torres (DEM-GO)
Heráclito Fortes (DEM-PI)
João Ribeiro (DEM-TO)
Jonas Pinheiro (DEM-MT)
José Agripino (DEM-RN)
Kátia Abreu (DEM-TO)

Eduardo Azeredo (PSDB-MG)
Flávio Arns (PSDB-PR)
Leonel Pavan (PSDB-SC)
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Papaleo Paes (PSDB-AP)

Pedro Simon (PMDB-RS)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Edison Lobão (PMDB-MA)
Leomar Quintanilha (PMDB-TO)


Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)

Inácio Arruda (PCdoB-CE)

Expedito Junior (PPS-RO)

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)

César Borges (PR-BA)


DEPUTADOS DO RIO QUE VOTARAM A FAVOR DO DESMATAMENTO



DEPUTADOS DO RIO DE JANEIRO ME DECEPCIONARAM. VOTANDO A FAVOR DO
DESMATAMENTO . NOMES DE CADA UM DELES.


70 % dos Deputados do Rio de janeiros que votaram a favor Código
Florestal dos RURALISTAS E DESMATADORES.

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 410 votos a 63 e 1
abstenção, o texto-base da última versão do deputado Aldo Rebelo (PC
do B-SP) para o projeto de lei do novo Código Florestal.

O pior é que estes deputados acabaram de entrar, imagem o que eles
farão daqui por diante... Os ruralistas estão rindo a toa......

PMDB

Adrian

Alexandre Santos

Edson Ezequiel

Eduardo Cunha

Fernando Jordão

Nelson Bornier -

Solange Almeida

Washington Reis 

 
PR

Anthony Garotinho

Dr. Adilson Soares

Francisco Floriano

Neilton Mulim

Zoinho 

PP

Jair Bolsonaro

Simão Sessim

PDT

Marcelo Matos

DEM (uma parte do partido está hoje no PSD, muito semelhante)

Arolde de Oliveira

PCdoB

Jandira Feghali

PT

Benedita da Silva –

Edson Santos -

Eliane Rolim-


PHS

Felipe Bornier 


PMN

Dr. Carlos Alberto


PPS

Stepan Nercessian

PRB

Vitor Paulo

PRTB

Aureo

PSB

Romário -

PSC

Filipe Pereira

Hugo Leal

PSDB

Otavio Leite

PTB

Walney Rocha –

PTdoB

Cristiano
Ronei carvalho
Guache sobre papel
2010
DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO (artigo do PSOL/Itaboraí para o Jornal “O Fluminense”)

Não há desenvolvimento econômico saudável se não houver desenvolvimento humano. O governo municipal deve atuar de modo a planejar, organizar e fiscalizar a vida econômica da cidade, tendo os desenvolvimentos industrial, comercial e de serviços pautados pelos desenvolvimentos social e cultural, pela proteção ao meio ambiente, pelo bem-estar das pessoas e pelo interesse público.
O COMPERJ é a principal iniciativa econômica em Itaboraí, gerando impactos em todos os campos (a cidade vai tornar-se a 2ª economia do estado e receber entre 360 e 700 empresas de diferentes ramos). O governo deve agir de modo a socializar os benefícios e distribuir a renda gerada por esse empreendimento. Nesse sentido, apresentamos aqui algumas das propostas do PSOL:
Planejamento e gestão integrados dos recursos públicos, articulados à discussão com a sociedade de Itaboraí e participação popular através do orçamento participativo;
Descentralização da atividade econômica para reduzir os impactos no centro da cidade (engarrafamentos, alto índice de poluição, especulação imobiliária e outros);
Incentivo ao pequeno e microempresários e às cooperativas de trabalhadores, bem como criação de condições de trabalho e formalização para os trabalhadores ambulantes;
Investimento na educação da população de Itaboraí, com o estabelecimento de escolas técnicas e campus de Universidades Públicas.
O PSOL é contra a privatização representada pela entrega da administração da Saúde para as Organizações Sociais de Saúde (OSs). Essa entrega significa a compra de materiais e remédios sem licitação, reserva de leitos para os planos privados, atendimento prioritários dos casos que geram lucro, preocupação em evitar o atendimento das doenças mais prolongadas que geram mais despesas, enfim, a busca do lucro acima da saúde e da vida. Em Itaboraí as OSs recebem 8 milhões mensais para "administrar" a Saúde conforme seus interesses. Aqui governa o PP de Sérgio Soares e seus aliados que aprovam a medida. O mesmo acontece no município do Rio de Janeiro, governado por Eduardo Paes do PMDB. Sérgio Cabral do PMDB faz o mesmo ao entregar a administração das UPAS para OSs. Proposta comum também ao PR e ao PDT em São Gonçalo. Veja abaixo os políticos e partidos que aprovaram a privatização da saúde no Rio de Janeiro.


AS ELEIÇÕES ATUAIS COMPROVAM: A REFORMA POLÍTICA É URGENTE E NECESSÁRIA!
O PSOL tem 10 propostas pontuais para reforma política. Separamos aqui duas das principais, as quais pretendem reduzir a influência do poder econômico (leia-se das grandes empresas, particularmente daquelas que são fornecedoras de bens e serviços para o Estado, concessionárias como as empresas de transporte, terceirizadoras e outras) nas eleições:
1-      Financiamento das campanhas eleitorais seja exclusivamente público, e que os recursos destinados aos partidos políticos para constituição desse fundo sejam distribuídos de forma a garantir um percentual igual para todos, de no mínimo de 50% e, do restante, um percentual variável de acordo com a representação na Câmara dos Deputados;Proibição, em Lei, da existência de cabos eleitorais pagos, capitulando essa prática como crime eleitoral, levando à cassação imediata do registro de candidato ou candidata que tenha incorrido em tal delito;
2-      Proibição, em Lei, da existência de cabos eleitorais pagos, capitulando essa prática como crime eleitoral, levando à cassação imediata do registro de candidato ou candidata que tenha incorrido em tal delito.

http://jornaloitaborai.com.br/site/index.php?option=com_k2&view=item&id=964%3A%E2%80%98vamos-colocar-a-casa-em-ordem%E2%80%99&Itemid=143


PROGRAMA DEMOCRÁTICO-SOCIALISTA PARA ITABORAÍ

Os defensores de uma cultura política conservadora e seus respectivos representantes dizem que se forem eleitos, serão “melhores governantes”. Nós do PSOL dizemos o contrário: só seremos eleitos se a população acreditar que ela pode mudar esta cidade; seremos apenas porta-vozes de seus anseios, uma “voz” de um “coro” infinitamente maior. A conduta política dos grupos conservadores direcionam suas atuações no estímulo do vício da relação de troca de favores, na corrupção, na busca incessante de vultuosos financiamentos de campanha e na defesa de um programa que privilegia a minoria da cidade, mantendo assim uma intensa dependência com práticas questionáveis, fruto de um modelo ultrapassado. O futuro, deve ser construído por uma nova política, baseada em uma verdadeira democracia, que garanta a participação da maioria da população na definição dos rumos da cidade. É para este desafio que o PSOL convida a população de Itaboraí: temos que dar chance ao futuro através da defesa de uma nova política, pilar fundamental da refundação democrático-socialista de nossa cidade. Somos parte daqueles que acreditam que mudar o mundo é possível, e que uma outra Itaboraí é necessária.



 PROPOSTAS DO PSOL SOBRE O TEMA MOBILIDADE URBANA.

A perspectiva do crescimento populacional de Itaboraí é de um milhão de habitantes até 2020, segundo a Fundação Getúlio Vargas. Projetar a cidade para esse aumento populacional  e executar políticas públicas para a mobilidade urbana é fundamental.
Dentre as medidas de curto prazo, citamos a pavimentação das vias paralelas, a exemplo das estradas da Ferma e de Cabuçú, para desobstruir o tráfego no centro da cidade e o alargamento e reestruturação da Av. 22 de maio. Como medidas de médio e longo prazos pretendemos criar corredores rodoviários na cidade, em substituição às linhas de entroncamento, e implementar  o Sistema de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT), com prioridade para a ligação ferroviária.
 A melhoria da qualidade deste sistema integrado de transporte coletivo trará como consequência a gradativa confiança da população em substituir o automóvel como meio de ir e vir, liberando espaços físicos nas ruas para implantação de um sistema de ciclovias. O investimento em VLT tem um retorno econômico maior, no longo prazo, que aquele obtido com a construção de viadutos e mergulhões os quais, de resto, estimulam mais o crescimento do tráfego de automóveis, com as consequências já conhecidas por todos: engarrafamentos, poluição e outros transtornos.




Não teremos pessoas agitando nossas bandeiras por que recebem para isso...
Não teremos cabos eleitorais pagos para fazerem nossa campanha...
Não teremos boca de urna paga...
Não teremos ricos e abundantes materiais de campanha...
Não teremos centro social para distribuir favores...
Não teremos vagas no serviço público municipal para trocar por votos...
Não teremos diretoras de escola indicadas para atuarem a nosso favor...
Não teremos faixas nos agradecendo por obras que são obrigação do poder executivo...
Não teremos grandes empresários financiando nossa campanha...

Mas defendemos:

Que serviços públicos de qualidade são direito da população e dever do Estado e, portanto, do governo municipal...
Que haja o máximo de transparência e cuidado com os gastos públicos...
Que os sevidores públicos tenham tratamento digno, sem precarização de sua mão de obra...
Que uma campanha eleitoral deva ser baseada em idéias, propostas, compromissos assumidos e não em poder econômico...
Que a população deva saber mais sobre os partidos, a quem representam e como atuam...
Que a participação política deva ser muito mais do que depositar um voto na urna...

Por tudo isso:
Somos uma alternativa de verdade contra a velha forma de fazer política...
Defendemos o Socialismo e a Liberdade...
Somos PSOL!