Sai
de Petrópolis aos seis anos e vim com a família morar em Itaboraí. Meu pai era
padeiro, minha mãe (hoje uma liderança da qual me orgulho) era doméstica.
Quando cheguei nesta cidade fui morar em um bairro de trabalhadores. Outeiro
das Pedras, loteamento Santo Expedito. Um lugar de rica cultura nordestina,
muitos campos de várzea, um riacho para banhos (escondidos de meus pais...rs) e
pescaria. Vi este paraíso se perder. Vi a vala negra ganhar a rua e enegrecer o
rio. Vi o lixo ganhar os espaços. Vi a precariedade de minha escola. E sempre
me perguntei: por quê?
E
sabendo mais dos porquês iniciei minha militância partidária no PT em 1988. Em
2003 saí do PT por discordar dos seus rumos. Queria uma partido voltado para a
luta, para mudar de verdade o mundo em que vivemos. Então, juntei-me a outros
companheiros para fundar o PSOL.
Das
associações de moradores ao sindicato estadual dos profissionais da educação
(SEPE).
Por
achar que só a luta muda a vida participei da Associação de Moradores do Rio
Várzea, para a qual entrei em 1992. Em 1996 tive uma experiência enriquecedora
ao entrar para a Associação dos Moradores do Bairro Ampliação (AMABA). Uma
associação alegre, independente e de luta. Em 1998 comecei a lecionar. Como
professor entrei para a direção do meu sindicato (SEPE) em 1999. Depois de uma
curta estada voltei à direção do sindicato em 2003, do qual faço parte até hoje
(estou licenciado para participar das eleições). Participei também de outros
movimentos sociais como o Comitê de Luta Contra o Neoliberalismo, o Fórum de
Lutas de Itaboraí e o Comitê de Campanha Contra a Alca.
É
isso que somos caro eleitor, desejosos de mudança, lutadores incansáveis. Por
isso estamos no PSOL, o Partido Socialismo e Liberdade! Afinal, não há justiça
se o sol não brilhar para todos!
Porque
socialismo é igualdade de verdade!
Porque
liberdade é democracia participativa!
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